21 dezembro, 2006

Simples?

Simples,
o quê? para quem?

[Leia mais no Ciência e Ideias]

Perdão pela simplicidade,
apenas uma outra forma de expressão,
simples do complexo,
estado de espírito,
sem qualquer outra pretensão.

Esta é a minha contribuição inaugural para a Roda. Vivam os assíduos que a têm construído!

19 comentários:

Lucia Malla disse...

Adorei!
Que venha a simplicidade poética
Nessa época de Natal
Dialética
Discussão fundamental
Falar simples na ciência
Para o leigo bom sinal
Para o cientista, trivial.

(Agora eu viajei bonito na maionese...)

Silvia Cléa disse...

Oi, João!

Lindo!
Falar ao coração é fazer-se compreender; então, quem disse que não sabemos dizer?
Será que o segredo é este, colocar um pouco de prazer naquilo que se faz?
Bela estréia, João!

Osame Kinouchi disse...

João, o que é essa tal bolsa-ciência?

Anselmo Augusto de Castro disse...

Sempre a poesia é bem-vinda.
Diz certa tradição que se um poeta, músico, enfim, qualquer artista passar por você, pare o que estiver fazendo, aprecie e aplaude-o. Fazer isto torna a sua vida e o mundo melhor, mesmo que não percebamos isto instantaneamente.
Bem-vindo João!

Como o Osame, fiquei curioso sobre a bolsa-ciência.

Abraços

Osame Kinouchi disse...

Ok, já entendi, é uma sátira à politica do Lula. Desculpem, minhas fichas caem lentamente (alguem ainda se lembra o que eram fichas? Meus filhos me olham estranham quando falo assim...)
Bom, a bolsa ciencia poderia ser assim: cada familia com renda inferior a R$ 1000 reais teria direito a uma assinatura da Scientific American e da Astronomy, patrocinados pelo governo ou por empresas particulares (descontos no IR). Aposto que isso teria um custo beneficio estremamente eficiente e se poderia usar a carreira cientifica como canal de ascensao social (isso já acontece, pois rico mesmo quer fazer medicina-direito-engenharia)...

João Alexandrino disse...

Olá! Não pretendi satirizar o Bolsa Família, mas afirmar marginalmente a necessidade de generalizar o domínio de recursos de linguagem comum e do conhecimento necessários para inscrever o pensamento crítico individual em uma qualquer roda de debate. Um programa deste tipo poderia estar incluído num Bolsa Educação, mas com a particularidade de REALMENTE estimular o pensamento crítico criativo, algo que banhos de educação e de cultura não necessariamente alcançam, por produzirem muitas vezes reverberadores de conhecimentos adquiridos.

Maria Guimarães disse...

ei osame, por que scientific american e astronomy? (não resisti a cutucar para defender o meu...)

Osame Kinouchi disse...

Ok, ok, talvez a Pesquisa Fapesp devesse ser incluida (por ser uma revista patrocinada por uma fundacao), embora eu ache que ela se dirige ao publico universitario, nao ao povão.

Agora, vcs nao acham que minha ideia é boa? As pessoas poderiam receber vale-livro. Isso estimularia a industria editorial brasileira, que é fraca. Nao importa que o fulano compre livro erotico. Monteiro Lobato disse que um certo livro erotico muito popular no seculo XIX fez mais pela alfabetizacao do Brasil do que todos os programas educacionais juntos...

João Alexandrino disse...

Osame, você não acha que isso daria origem a um mercado paralelo do vale-livro? Ah, ah!

Agora a sério, potencialmente seria uma boa medida desde que integrada num pacote de políticas educacionais abrangente, que criasse um interesse pela percepção do mundo através da leitura. Mas por que não estimular bibliotecas, o mercado de livros usados, os livros digitais? As alternativas são muitas... E ESTADO para fazer o que é necessário, já que a sociedade civil é ainda algo incipiente?

Agora, o mercado editorial está em crise também pela transição tecnológica que atravessamos. Dentro de algumas décadas, talvez nós façamos parte do grupo dos saudosistas do papel. O papel tem de morrer?! Seria esse um bom tema de debate aqui no roda?

Silvia Cléa disse...

Oi, Osame e João A.!

Osame, vc não está cansado de atitudes paternalistas do Estado? Acha pouco e quer incentivar mais uma???
Há momentos que fico a pensar no que dizem os "concretões": quer mudar, faça, não fique só discutindo...
Assim sendo, reporto aqui a experiência daquela mulher que, cansada de tudo, comprou um jegue, aparelhou-o com livros e saiu pelo nordeste a distribuir palavras, onde as páginas eram inviáveis, quer compradas ou doadas. Eis a diferença!
Não adianta esperar a "divina providência"...se vc a chance tome VOCÊ a iniciativa de mudá-la. A tentantiva já é um belo exemplo...pode ter certeza.
[]s,

Maria Guimarães disse...

minha intenção quando escrevo para a revista - e dos meus colegas também - não é me dirigir ao público universitário. tem que ser alguém que goste de ler, em vez de ganhar pílulas de curiosidades tipo superinteressante. se é obscuro para não universitários, quer dizer que ainda estou bem longe de fazer meu trabalho bem.

Kynismós! disse...

O pessoal está começando a falar a língua do p direitinho por aqui. :)

Algo contra a Ciência Hoje? É bem mais povo que os clones americanos e mais leve que a Pesquisa. Opinião de um nordestino do povo que tinha preferência por ela quando cursava ensino médio.

PS: p=povo.

Maria Guimarães disse...

eu também tinha preferência pela ciência hoje há uma década e mais. mas acho que ela mudou bem de lá para cá, e hoje traz textos mais acadêmicos do que a pesquisa. já fiz um exercício de peneirar uma ciência hoje e encontrei artigos ótimos e outros chatos ou mal escritos ou pouco profundos. nenhuma revista é perfeita, mas me entristece que a ciência hoje não esteja se cuidando como merece.

João Alexandrino disse...

uma vantagem da C.Hoje é que é aberta a textos da comunidade, enquanto a Revista P.Fapesp é claramente de cariz corporativo como qualquer outro meio de imprensa.

Maria Guimarães disse...

é verdade, e isso tem um valor imenso. mas beneficia mais a quem quer ter a liberdade de exprimir sua opinião do que ao leitor leigo.

João Alexandrino disse...

seria interessante fazer uma pesquisa sobre que tipo de público lê/consulta os diversos meios de divulgação de ciência produzida por profissionais do ramo, sem contar com blogs de cientistas e agências de notícias, com uma certa regularidade. no meu caso:

[diária]
Folha de São Paulo, ed. impressa
Público online
New Scientist online

[mensal]
Revista Pesquisa FAPESP

[casual]
The Loom (blog)
Ciência Hoje
Scientific American
ComCiência online
New York Times online

por exemplo, maria, aí na revista vocês têm alguma ideia de quem vos lê? qual exatamente é o vosso público?

Maria Guimarães disse...

Vou investigar se esses dados existem para a Pesquisa Fapesp. Mas legal mesmo seria uma pesquisa grande, que envolvesse todos os meios de comunicação sobre ciência. Vou pesquisar se há algo assim para o Brasil.
Mas eu sei qual é o público que queremos atingir, pelo menos segundo meu editor: se escrevo sobre biologia tenho que pensar tanto no astrofísico como no mecânico corintiano como na tia de botucatu. Se agora eles não lêem, o ideal é chegar lá.

ancelmo luiz graceli disse...

peço que me ajude a divulgar este trabalho.
31/01/2008 - 10:42

Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros


O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.

Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira - que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria - onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.

Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.

Universo Fluxonário Estruturante - Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.

Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.

Universo em Rotação - O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.

Contestação - se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto - de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).

A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.

A Teoria da Energeticidade e Radiação - Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura - que é a matéria, e produz o agente propulsor - que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:

Primeira: A Inicial - ocorre quando o astro se origina do primário, no caso - o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.

Segunda: A Mediana - ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.

Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.

É bom ressaltar que as duas teorias - a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação - são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.

Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.

Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.

. Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.

. Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia - Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.

Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.

Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação - Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.

Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.

Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia - Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

Fórmula para contração de espaço Denso - O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED - P / ED ... até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.

Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria - Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.

Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.

Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante - Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.

Cálculo para cosmo desintegrante - Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.

Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros - O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo - Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.

Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração - O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

. Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com

João Carlos disse...

Não apaga, não, Maria! Essa pérola dá uma contagem elevadíssima no "Crackpot Index" do Baez!

O Daniel é que tem que deixar de ser ranzinza!... :)