20 julho, 2009

O Luar que nos fascina

Faz tempo que não faço um post aqui na "Roda da Ciência", mas o tempo anda curto.
Aproveito essa coluna que escrevi no CH-Online sobre a Lua e aproveitar o tema do mês.

A Lua brilhando no céu em uma noite limpa proporciona uma imagem que enche nossos olhos e desperta a imaginação. Infindáveis versos, poesias, músicas e declarações de amor já foram escritos inspirados no luar. Quando não temos a Lua no céu, as noites ficam mais escuras e as estrelas, mais visíveis. Mas, como propaga o verso citado acima, o luar é sempre a visão mais marcante no firmamento.

Para ler mais veja no Por dentro da Ciência

3 comentários:

Osame disse...

Adilson, se houver efeitos biológicos ligados à lua cheia, imagino que o principal fator não é efeito de maré, mas de luminosidade noturna (que seria ordens de magnitude maior em relação à lua nova) e poderia induzir um forçamento sobre osciladores cronobiológicos.

Calculei aqui que a diferença entre o peso de um objeto com a Lua no horizonte e a Lua a pino é de 0,3%. Isso pode ser medido por uma balança de precisão? Daria para fazer um experimento para alunos?

João Carlos disse...

Discordo, Osame. Os ritmos biológicos ligados às fases da Lua podem ter duas "explicações".

A luminosidade, sem dúvida, é a mais patente, mas é preciso não esquecer que a vida, para sair do mar e vir para a terra, usou o efeito de maré.

Osame disse...

Um livro interessante:

http://books.google.com.br/books?id=vpVg1hGlVDUC&pg=PA68&lpg=PA68&dq=moon+cycle+sea+reproduction&source=bl&ots=baprsV6U_4&sig=RXy43lZx1AucAisbEUJWa8GbPtI&hl=pt-BR&ei=uF9mStCGLoWANrTIoZIB&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=9